O que o Duolingo faz bem
- Cria o hábito diário de contato com a língua.
- Ensina vocabulário básico e reconhecimento de frases simples.
- É de graça e cabe no celular.
Onde ele falha
- O curso de holandês parte do inglês, não do português.
- Quase não treina fala espontânea nem corrige pronúncia.
- Explica pouca gramática — você acerta por repetição sem entender a regra.
- Não prepara para o formato do exame NT2 nem para o inburgering.
Quando trocar (ou combinar)
Nos níveis A1–A2, o Duolingo é um bom complemento a uma aula semanal. A partir do B1 — quando o objetivo é trabalho, universidade ou o NT2 — ele deixa de ser suficiente sozinho: aí o que falta é conversa real, escrita corrigida e estratégia de prova.